Inclusão pela moradia

Inclusão pela Moradia

Entendendo que a segregação residencial constitui um dos fatores determinantes do processo de manutenção e reprodução da pobreza e da desigualdade social, este projeto visa permitir ao cidadão que reside em áreas carentes , viver com dignidade e segurança, promovendo sua integração na comunidade.

Entendendo que a segregação residencial constitui um dos fatores determinantes do processo de manutenção e reprodução da pobreza e da desigualdade social, este projeto visa permitir ao cidadão que reside em áreas carentes , viver com dignidade e segurança, promovendo sua integração na comunidade.

Para o projeto – piloto foi escolhida, em 2005 a Rua Hercília Barbosa da Silva, no Parque Imperial, local onde paralelamente ao trabalho de conscientização foi colocado em prática um plano de reurbanização. 27 casas de famílias foram beneficiadas. Em 2006, a área ganhou um Centro Comunitário, construído e equipado pelo Governo Municipal que agora é gerido em parceria entre o Fundo Social e a comunidade local.

Em 2006, no próprio Parque Imperial, foi detectada outra área bastante vulnerável, situada na Rua Brás Cubas com 69 famílias morando em situação de risco. Um trabalho de conscientização, desenvolvimento pessoal e acesso dos moradores aos recursos públicos foi desenvolvido ao longo de praticamente um ano. Diferentemente do primeiro Inclusão pela Moradia, na Brás Cubas o caso foi de remoção.

O Governo Municipal cedeu área e construiu casas. No total, 80 famílias foram contempladas com 34 casas térreas geminadas, 44 sobrados e 2 térreas. Os próprios moradores denominaram-na de Condomínio Nova Vida e tiveram respeitado o direito de permanecer no Parque Imperial, conforme sua vontade, porém em condições dignas de moradia.

Em meados de 2007, foi anunciado aos moradores do Vale do Sol/ Parque dos Camargos que eles receberiam o projeto. O local possui uma área habitada ao longo de um córrego (preservação ambiental) que implica em risco alto, entre as ruas Olga e Irene.